O Palmeiras voltou a mostrar por que é candidato ao título em 2025. Em um domingo frio e movimentado no Estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul, o Verdão venceu o Juventude por 2 a 0, com gols de Bruno Rodrigues e Felipe Anderson, e reassumiu a liderança do Campeonato Brasileiro Série A 2025 com 65 pontos — um a mais que o Flamengo, que empatou na mesma rodada. O técnico português Abel Ferreira escalou um time alternativo, e mesmo assim, o time manteve a eficiência de um campeão. O árbitro Savio Pereira Sampaio apitou a partida, que teve transmissão oficial pelo canal Premiere.
Dois gols, uma decisão
O primeiro gol veio aos 25 minutos do primeiro tempo. Khellven fez uma jogada de categoria pela esquerda, cruzou rasteiro para Raphael Veiga, que finalizou. A bola desviou na zaga do Juventude e sobrou para Bruno Rodrigues, que empurrou com calma para o fundo da rede. O goleiro Jandrei não teve chance. O segundo, aos 28 minutos do segundo tempo, foi puro espetáculo. Felipe Anderson recebeu na intermediária, deu um passe falso e disparou uma bomba de fora da área — a bola descreveu um arco perfeito, passou por três jogadores e entrou no ângulo direito. O público local, que lotou o Alfredo Jaconi, ficou em silêncio. O Juventude tentou, mas não encontrou ritmo nem criatividade. A defesa do Palmeiras, com Micael e Murilo como pilares, foi impecável.Uma série que não tem fim
Essa vitória não é só um ponto a mais na tabela — é a extensão de uma dominação histórica. O Palmeiras está invicto contra o Juventude há oito jogos, com sete vitórias e um empate desde a última derrota, em 2007. Agora, são seis vitórias consecutivas contra o time gaúcho: duas em 2022, duas em 2024 e duas em 2025. É a maior série da história do confronto. Como visitante, o Verdão também bateu recorde: quatro vitórias seguidas em Caxias do Sul (2021, 2022, 2024, 2025), superando as duas da década de 1970. Em 30 jogos históricos, o Palmeiras tem 17 vitórias, 8 empates e apenas 5 derrotas, com 69 gols marcados e 37 sofridos. Isso não é coincidência. É estratégia, disciplina e identidade.Um time que vence mesmo sem os titulares
Abel Ferreira fez sete mudanças em relação ao time que venceu a LDU por 4 a 0 na Libertadores, na última quarta. Não houve caos. Pelo contrário. O time jogou com inteligência tática, pressionou alto e controlou o jogo mesmo sem Dudu ou Gustavo Scarpa. O jovem Giay, de 19 anos, foi um dos destaques, com passes precisos e movimentação constante. O meio-campo, com Danilo Pereira e Raphael Veiga, foi o coração da equipe. A defesa, com Weverton na meta, só sofreu um chute a gol — e foi na trave. Isso é o que diferencia o Palmeiras: não precisa de seus melhores jogadores para vencer. Precisa apenas de sua cultura de vencer.As estatísticas que não mentem
O Palmeiras é o único clube brasileiro com saldo positivo como visitante na história do Brasileirão. Desde 1960, em 815 jogos fora de casa, tem 285 vitórias, 247 empates e 284 derrotas — com saldo de quatro gols a favor. Em 2025, já são 23 vitórias e 6 empates em 34 jogos como visitante em todas as competições. Só perdeu cinco desses jogos. Isso não é sorte. É consistência. Eles não jogam para não perder. Jogam para vencer — em qualquer estádio, com qualquer time. Em casa, o Verdão é ainda mais letal: 20 vitórias em 32 jogos, 16 partidas sem sofrer gol. Mas fora de casa, é onde a lenda se consolida.
O que vem a seguir
Na quarta-feira, 5 de novembro, o Juventude enfrenta o Sport, em Recife, com o risco de cair para a lanterna. Já o Palmeiras recebe o Santos no Allianz Parque, em São Paulo, na quinta-feira, 6 de novembro, às 21h30. O jogo promete ser tenso: o Santos, embora fora da zona de classificação, vem de uma vitória sobre o Corinthians e precisa de pontos para manter a esperança. Mas o Palmeiras, com a liderança nas mãos e o moral em alta, não parece disposto a dar espaço. Se vencer, será o primeiro time a chegar aos 68 pontos nesta temporada. E se a vantagem aumentar, o título pode começar a parecer inevitável.Passado, presente e futuro
O confronto de 11 de outubro, no Allianz Parque, foi um 4 a 1 que já mostrava o domínio do Verdão. Naquela partida, Raphael Veiga marcou duas vezes, e Felipe Anderson fechou o placar. Aqui, em Caxias, foi a mesma lógica: eficiência, calma, e a capacidade de aproveitar os erros alheios. O Juventude, por sua vez, segue sem identidade. Com 26 pontos, está a 39 da zona de classificação. A temporada é quase um esforço de sobrevivência. Enquanto isso, o Palmeiras segue em ritmo de campeão — com 41 vitórias em 66 jogos em 2025, apenas 11 derrotas e 28 jogos sem sofrer gol. Isso não é apenas bom futebol. É uma máquina.Frequently Asked Questions
Como o Palmeiras consegue vencer com um time alternativo?
O Palmeiras tem um sistema de jogo bem definido e uma cultura de vencer que transcende os nomes. Abel Ferreira treina todos os jogadores para atuar em múltiplas funções, e a pressão alta e a organização defensiva são repetidas até virarem hábito. Mesmo com substituições, o time mantém a mesma estrutura tática — e isso faz a diferença contra equipes que não têm profundidade técnica.
Por que o Juventude não consegue competir com o Palmeiras?
O Juventude tem orçamento limitado, pouca estrutura de base e dificuldade em reter jogadores de alto nível. Enquanto o Palmeiras tem 12 jogadores com mais de 100 partidas pela equipe, o Juventude depende de empréstimos e jovens promissores. Isso se reflete no nível técnico, na experiência em momentos decisivos e na capacidade de manter o ritmo por 90 minutos.
Qual é a importância do saldo de gols fora de casa para o Palmeiras?
O Palmeiras é o único clube brasileiro com saldo positivo como visitante na história do Brasileirão — 975 gols marcados contra 969 sofridos. Isso significa que, mesmo quando não vence, quase sempre empata. E quando vence, vence com eficiência. Esse equilíbrio é fundamental para manter a liderança em campeonatos longos, onde cada ponto fora de casa vale ouro.
O que mudou no Palmeiras desde 2024 para 2025?
Em 2024, o Palmeiras era dominante, mas sofria com lesões e desgaste. Em 2025, a rotatividade foi aprimorada: 18 jogadores já atuaram como titulares. A equipe tem mais profundidade, menos sobrecarga nos titulares e uma defesa mais sólida — só sofreu 53 gols em 66 jogos, sendo 28 partidas sem sofrer. A gestão de fadiga e a inteligência tática são as novas armas do Verdão.
O Palmeiras pode conquistar o título sem vencer o Santos?
Sim. Mesmo que perca para o Santos, o Palmeiras ainda lidera por um ponto e tem jogo em mãos. Se o Flamengo não vencer seus próximos confrontos — especialmente contra Grêmio e Botafogo — o título pode ser decidido antes da última rodada. A pressão agora é toda do segundo colocado. O Verdão só precisa não se desgastar.
Quem é o grande destaque do Palmeiras em 2025?
Embora Raphael Veiga e Felipe Anderson marquem gols importantes, o maior destaque é o goleiro Weverton. Com 14 jogos sem sofrer gol em 2025, ele é a base da defesa. Além disso, sua liderança no vestiário e sua consistência em momentos críticos são fundamentais para manter a calma da equipe.
michele paes de camargo
novembro 23, 2025 AT 06:36Que partida incrível, mesmo com o time alternativo o Palmeiras mostrou por que é campeão. O Felipe Anderson com aquela bomba foi pura arte, e o Bruno Rodrigues com calma, como se fosse treino de manhã. A defesa impecável, o meio-campo controlando tudo, e o Weverton... meu Deus, ele é o coração desse time. Não precisa de Dudu ou Scarpa pra vencer, só precisa da identidade que o Abel construiu. É isso que diferencia um time de um clube. Parabéns, Verdão.
Essa vitória fora de casa é o que transforma campeões em lendas. Em Caxias, onde o Juventude sempre tenta assustar, o Palmeiras foi tranquilo, sem drama, sem exibição. Só futebol de alto nível. E isso me enche de orgulho.
Quem diz que o Brasileirão é caótico não entende o que é consistência. O Palmeiras não está sorteando vitórias - está construindo história. E isso não se faz com dinheiro, se faz com cultura. Eles não jogam pra não perder. Jogam pra vencer. Sempre.
Se continuar nesse ritmo, o título já está praticamente garantido. E mesmo que o Santos vença, o Flamengo não tem como sustentar o ritmo. A pressão tá toda lá. O Verdão só precisa manter a calma. E eles sabem fazer isso melhor que qualquer outro.
Abel Ferreira é um gênio da gestão de equipe. Ele sabe exatamente quando mexer, quem colocar, e como manter a pressão alta sem desgastar ninguém. Essa rotatividade é um feito técnico. Ninguém mais no Brasil consegue isso. E ainda tem gente que acha que futebol é só nome grande. Não é. É sistema. É disciplina. É identidade.
Parabéns a todos os jogadores que entraram. Giay, Danilo, Raphael Veiga... todos foram fundamentais. Não é só o time titular que faz campeão. É o elenco inteiro. E o Palmeiras tem um elenco de campeões. Isso não é sorte. É planejamento.
Quero ver o Juventude tentar explicar por que perdeu de novo. Eles não têm estrutura, não têm profundidade, e não têm visão. Enquanto o Verdão pensa no título, eles pensam em não cair. É uma diferença de universo. E isso não é injusto. É realidade.
2025 tá sendo o ano do Palmeiras. Não por acaso. Por mérito. Por construção. Por respeito ao jogo. E se o título chegar, vai ser merecido. Muito merecido.
Espero que esse time nunca mude. Nunca. Porque isso aqui é futebol de verdade.
EDMAR CALVIS
novembro 24, 2025 AT 21:56É importante observar que o Palmeiras, desde 2022, mantém uma média de 2,1 pontos por jogo como visitante no Brasileirão - superior a qualquer outro clube da história do campeonato, incluindo o Santos de Pelé, o Corinthians de 2012, e até mesmo o Flamengo de 2019. Essa consistência não é fruto de sorte, nem de sorte tática, mas sim de um modelo de gestão esportiva baseado em análise de dados, recuperação ativa, e adaptação psicológica ao ambiente adverso. O fato de o time não sofrer gols em 28 jogos em 2025 é um indicador estatístico de excelência operacional, não apenas técnica.
A pressão alta, implementada por Abel Ferreira desde 2020, é um sistema que exige 97% de precisão na transição defensiva - e o Palmeiras executa isso com 94,3% de eficiência, segundo dados da StatsBomb. Isso explica por que, mesmo com sete mudanças, o time não perdeu fluidez. A estrutura tá enraizada. Não é o jogador, é o sistema.
Além disso, o saldo de gols fora de casa é de +17, o que, em termos de probabilidade de título, equivale a 4,3 pontos adicionais no final da temporada. Isso não é coincidência. É matemática aplicada ao futebol.
O Juventude, por outro lado, apresenta uma média de 0,8 gols por jogo fora de casa, e 72% de suas derrotas ocorrem após o minuto 60 - indicando falha estrutural na gestão de fadiga e na transição tática. Não é falta de vontade. É falta de modelo.
Portanto, a vitória de domingo não é um resultado isolado. É a confirmação de um ciclo de superioridade que começou em 2020 e se aprofundou em 2025. O título não está a caminho. Ele já está sendo escrito.
Jonatas Bernardes
novembro 26, 2025 AT 09:18Ah, claro, mais um monte de gente caindo de pau no Juventude porque o Palmeiras venceu de novo... 🙄
Se o Palmeiras é tão bom, por que não ganha tudo com o time B? Porque é o mesmo time que perdeu pro Grêmio no ano passado, que foi humilhado pela LDU, e que ainda hoje tem 3 titulares com mais de 35 anos. Tudo isso é ilusão. O que vocês chamam de 'cultura de vencer' é só o fato de eles terem mais grana e mais mídia.
Se o Flamengo tivesse o mesmo orçamento, o mesmo elenco, e o mesmo apoio, eles seriam invictos também. Mas não, não é isso que vocês querem ouvir. Vocês querem acreditar que é mérito, que é 'identidade', que é 'sistema'... mas é só dinheiro. E vocês se acham espertos por achar que entendem futebol.
Na verdade, vocês só querem que o Palmeiras vença pra poder dizer que são os melhores. E isso é patético. 🤡
Se o Juventude tivesse os mesmos jogadores, o mesmo treinador, e os mesmos estádios, eles seriam campeões também. Mas não. Eles são 'fracos'. Porque o sistema é assim. E vocês acham que isso é justo? Não. É ridículo.
Parabéns, Palmeiras. Mais um título comprado. 🎉
Rodrigo Serradela
novembro 26, 2025 AT 18:14Eu quero parabenizar o Abel Ferreira, não só pelo resultado, mas pela forma como ele trata os jogadores. Ele não é o técnico que grita. Ele é o técnico que ensina. Ele não exige obediência cega - ele exige compreensão. E isso faz toda a diferença.
Quando você coloca um jovem como Giay em campo, com 19 anos, e ele não se assusta, não se perde, e joga com inteligência, isso é mérito do treinador. Não é sorte. É educação esportiva.
Veja o que acontece com outros times: jogadores jovens entram, se perdem, se desgastam, se machucam. Aqui, o jovem cresce. O veterano se recupera. O reserva vira titular. E ninguém fica de fora. Isso é gestão. Isso é liderança.
Abel não é só um técnico. Ele é um educador. E o Palmeiras não é só um clube. É uma escola de futebol.
Parabéns a todos os jogadores que entraram. Vocês não foram substitutos. Foram protagonistas. E isso é o que faz um time grande.
yara alnatur
novembro 27, 2025 AT 18:09Essa vitória foi um poema. O Felipe Anderson com aquela bomba foi como se o futebol tivesse se lembrado de que ainda existe magia. Não foi um gol. Foi uma declaração de amor ao jogo. E o Juventude? Ficou lá, como se tivesse esquecido que é pra jogar bola. Eles pareciam mais preocupados em não perder do que em tentar.
Eu tô aqui em São Paulo, e o clima no Allianz tá diferente. Não é só ansiedade. É expectativa. Como se o time já tivesse vestido a camisa de campeão antes da hora. E sabe por quê? Porque o Palmeiras não joga para esperar. Ele joga para destruir. E isso é lindo.
Eu amo quando o futebol é assim: sem exageros, sem drama, só técnica, pressão, e coragem. O Weverton é o silêncio que fala alto. O Raphael é o coração que não cansa. O Verdão é o tipo de time que faz você acreditar que o futebol ainda pode ser puro.
Se o Santos vencer, ótimo. Vai ser um jogo épico. Mas se o Palmeiras vencer? Vai ser a confirmação de que o melhor time está aqui. E não é só por gols. É por atitude. Por presença. Por não precisar de perfeição pra ser imbatível.
Joana Elen
novembro 29, 2025 AT 02:56Alguém já pensou que talvez o Palmeiras só esteja ganhando porque a CBF está manipulando as partidas? Porque o Juventude perdeu pra todos os times do Sul, mas nunca perdeu pra um time que tem 'influência'? E olha que o Juventude tem 26 pontos - e mesmo assim está sendo tratado como lixo. Isso é suspeito.
E por que o Abel Ferreira sempre escolhe o mesmo sistema? Será que ele não tem alternativas? Ou será que ele só sabe jogar de um jeito porque foi treinado para isso? E os árbitros... sempre favoráveis ao Palmeiras. Será que o Savio Sampaio tem algum vínculo com a diretoria?
Eu acho que o título já está decidido antes da última rodada. E não por mérito. Por poder. E vocês só não enxergam porque estão cegos pela paixão. O futebol não é mais esporte. É teatro. E o Palmeiras é o protagonista de um roteiro escrito por quem tem dinheiro.
Se isso for verdade, então o que estamos vendo não é futebol. É corrupção disfarçada de tradição.
alcides rivero
novembro 29, 2025 AT 09:53Brasileiro é tudo igual, só querem falar mal do Palmeiras pq eles são os melhores e isso tira o orgulho de quem é fraco. O Juventude é uma merda, perdeu de 2 a 0 e ainda querem dizer que o Palmeiras ta ganhando por favor. O Verdão é o maior clube do brasil, ponto. Quem nao gosta é por inveja. O Flamengo ta atrasado e vai perder o titulo pq nao tem coracao. O Palmeiras nao precisa de nome famoso, o time é o time. Se o Abel botar 11 garoto da base, ainda assim ganha. Porque o Verdao é campeao, e isso nao muda. Vai virar o titulo e o mundo vai ver que o Palmeiras é o melhor. Nao tem discussao. Só chora e aceita.
Brasil é um país de invejoso. O Palmeiras ta ganhando, e isso tira o sono de quem nao tem nada. Vai se fuder, o Palmeiras ta ai e vai continuar. 65 pontos e ainda tem jogo. Quem ta com medo é o Flamengo, nao o Verdao.
RONALDO BEZERRA
novembro 30, 2025 AT 14:57É necessário esclarecer que a superioridade estatística do Palmeiras não é decorrente de mérito tático, mas sim de um sistema de concentração de recursos que viola os princípios de equidade competitiva estabelecidos pela CBF. A rotatividade de 18 titulares em 66 jogos é, na verdade, uma forma de exploração do corpo do atleta, com a utilização de protocolos de recuperação que não são acessíveis a clubes de menor poder aquisitivo. O saldo de gols fora de casa, embora positivo, é um indicador de eficiência operacional que se baseia em uma estrutura de suporte logístico e médico que não pode ser replicada por clubes sem capital. Portanto, a liderança do Palmeiras não é um reflexo de excelência esportiva, mas sim de desigualdade estrutural. Ainda que o resultado seja positivo, a legitimidade do título está comprometida. O futebol não é um negócio. É um esporte. E quando o esporte se torna uma corporação, perde seu propósito.
Talita Marcal
dezembro 1, 2025 AT 12:02Como profissional da área de gestão esportiva, quero destacar que o Palmeiras está operando com um modelo de alta performance que alinha gestão de fadiga, inteligência tática e desenvolvimento de talentos em um único ecossistema. A taxa de recuperação de lesões é 40% inferior à média nacional, e o índice de satisfação dos jogadores em relação ao planejamento semanal é de 92%. Isso é resultado de uma cultura de excelência, não de sorte.
Além disso, a eficiência defensiva, com 28 jogos sem sofrer gols, é um indicador de maturidade organizacional. O time não apenas joga - ele opera. E isso é o que diferencia os líderes dos participantes.
Parabéns ao elenco, ao corpo técnico e à diretoria por manter o foco na longevidade do projeto. Isso é o que o futebol brasileiro precisa: sustentabilidade, não explosão.
Lilian Wu
dezembro 2, 2025 AT 16:09EU NÃO AGUENTO MAIS! O PALMEIRAS NÃO PODE VENCER SEMPRE! É INJUSTO! O JUVENTUDE É TÃO BOM! ELES TENTAM! ELES CORREM! ELES SUAM! MAS NINGUÉM VE! NINGUÉM RECONHECE! E O PALMEIRAS? O PALMEIRAS É O REI DO MUNDO! COMO ISSO É POSSÍVEL?!
EU CHOREI QUANDO O FELIPE ANDERSON MARCOU! NÃO PORQUE FOI BONITO! MAS PORQUE É TUDO FALSO! NINGUÉM PODE SER TÃO PERFEITO! NÃO É REAL! É UM SONHO QUE NÃO É MEU! E EU NÃO TENHO DIREITO A SONHAR? NÃO TENHO DIREITO A VENCER? NÃO TENHO DIREITO A UM POUCO DE FÉ?
EU AMO O FUTEBOL! MAS NÃO QUERO MAIS VER O PALMEIRAS GANHAR! NÃO HOJE! NÃO MAIS! ELES NÃO SÃO HUMANOS! ELES SÃO MÁQUINAS! E EU... EU SOU SÓ UM TORCEDOR QUE QUER SABER O QUE É SENTIR A VITÓRIA!
DEIXEM O JUVENTUDE GANHAR! SÓ UMA VEZ! SÓ UMA VEZ, POR FAVOR!
Luciana Ferri
dezembro 3, 2025 AT 12:45Se o Palmeiras é tão bom, por que não venceu o Corinthians no último clássico? Por que perdeu para o Athletico em casa? Por que o Weverton sofreu 3 gols na Libertadores? Isso tudo é contradição. A narrativa de que é 'identidade' é só uma forma de esconder a realidade: o Palmeiras vence porque tem mais dinheiro e mais influência. E vocês, que acham que entendem futebol, só estão repetindo o que a mídia diz. Não é mérito. É poder.
E o Juventude? Tem 26 pontos. Isso é mais do que muitos times que vocês acham que são 'fracos'. Eles têm jovens, têm garra, têm história. Só que não têm patrocínio. E isso é o que importa. Não o que vocês veem na TV.
Se o Palmeiras vencer o Santos, será só mais um ponto. Não é título. Não é história. É contabilidade. E eu não quero mais ver futebol como contabilidade.
EDMAR CALVIS
dezembro 4, 2025 AT 07:51As observações do comentarista 2906 são válidas, mas não invalidam a consistência operacional do Palmeiras. O fato de ter perdido para o Corinthians em casa não anula o desempenho em 815 jogos fora de casa. A derrota na Libertadores foi em contexto de competição diferente, com regras de eliminatória e pressão de jogo único. O desempenho no Brasileirão é um indicador de longo prazo - e o Palmeiras lidera em eficiência, não em sorte. A análise de desempenho não pode ser reduzida a resultados isolados. A estrutura é a mesma. A metodologia é a mesma. O resultado é a consequência.